Museu de Belas Artes
Localizado na Praça dos Heróis, o Museu de Belas Artes é uma das instituições artísticas mais importantes da Hungria. Um lugar onde as memórias das civilizações antigas, as obras dos mestres europeus e os primeiros capítulos do património artístico húngaro convivem no mesmo edifício, em diálogo entre si. O museu é simultaneamente uma atração arquitetónica, um ponto de referência cultural e uma experiência que enriquece a visita a Budapeste com um conteúdo histórico e artístico mais profundo.
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A história do Museu de Belas Artes
A criação do museu foi determinada pela lei do milénio de 1896. O edifício foi projetado por Albert Schickedanz e Fülöp Ferenc Herzog, sendo inaugurado a 1 de dezembro de 1906 na presença de Francisco José; abriu ao público alguns dias depois. Durante a ampla reconstrução concluída em 2018, os espaços históricos foram restaurados, os sistemas técnicos do edifício renovados e criados novos espaços de circulação e armazenamento, permitindo que o museu preservasse o seu caráter histórico enquanto se tornava uma instituição moderna do século XXI.
O que o torna especial?
O maior valor do Museu de Belas Artes reside na diversidade das suas coleções e no seu prestígio internacional. A coleção egípcia, com cerca de 4.000 objetos, é uma das mais ricas da Europa Central e Oriental. A Galeria de Pinturas Antigas possui cerca de 3.000 obras, com destaque para os mestres italianos, incluindo obras de Rafael, Giorgione, Ticiano e Tintoretto. Já a coleção antiga húngara traça a história inicial da arte húngara, desde o século XI até 1800, com pinturas, esculturas e memórias arquitetónicas.
Exposições permanentes
As exposições permanentes seguem uma linha clara e bem estruturada da história da arte. A exposição do Antigo Egito, com mais de 500 objetos, evoca o quotidiano, a vida religiosa e os rituais funerários de uma grande civilização. A exposição de Antiguidade Clássica apresenta o legado grego e romano. Além disso, as secções de arte europeia do museu percorrem o período de 1250 a 1800, dividindo-o em três grandes épocas. Complementando estas exposições, há a apresentação da escultura europeia de 1350 a 1800 e a exposição permanente "Variações sobre o Barroco – Arte na Hungria de 1600 a 1800", que coloca a arte barroca húngara num contexto internacional.
O papel no turismo sustentável
O Museu de Belas Artes também desempenha um papel importante no turismo sustentável em Budapeste. A renovação, que se baseou na preservação do edifício histórico e na sua reutilização moderna, recebeu o prémio Europa Nostra, demonstrando o compromisso da instituição com a proteção do património cultural a longo prazo. O museu é facilmente acessível por transportes públicos, estando diretamente ligado à linha de metro M1, a várias linhas de autocarro e elétrico, e oferece acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, os programas Museum and Slow e Slow Looking promovem uma apreciação mais lenta e profunda da arte, enquanto os conteúdos digitais e materiais acessíveis por QR code proporcionam uma experiência de visita moderna e inclusiva. Assim, o museu não é apenas uma atração turística, mas também um destino cultural responsável, acessível e baseado em valores.
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