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Banhos Széchenyi

Situado no coração verde do Parque da Cidade de Budapeste, o Széchenyi Gyógyfürdő não é apenas um dos maiores e mais impressionantes complexos termais da capital húngara, mas também de toda a Europa. Inaugurado em 1913, este local oferece uma síntese perfeita entre a tradição histórica dos banhos e a recreação moderna. As paredes amarelas e as cúpulas monumentais do edifício proclamam de longe o prestígio do primeiro spa medicinal no lado de Peste, que hoje se tornou um dos destinos turísticos mais importantes de Budapeste, localizado ao lado de um Património Mundial da UNESCO.

  • Aceita cartão SZÉP
  • Dinheiro
  • Tem estacionamento
  • Aceitando cartões bancários

Obra-prima arquitetónica e herança artística

O edifício do spa é um encontro deslumbrante dos estilos neobarroco e neorrenascentista, realizado com base nos planos de Győző Czigler. Ao entrar nos espaços interiores, os visitantes são recebidos por uma experiência visual impressionante: os enormes mosaicos de vidro que decoram o salão central da cúpula, as colunas de mármore e os delicados estuques emanam uma dignidade digna dos banhos romanos e gregos. A simetria do espaço exterior das piscinas e o abraço das asas monumentais do edifício criam um cenário onde o ato de banhar-se não é apenas uma atividade de higiene ou saúde, mas também uma viagem cultural no tempo.

O tesouro das profundezas: A água termal e os seus benefícios

A força vital dos Banhos Széchenyi emerge das profundezas da terra, a mais de 1200 metros de profundidade. A água da Fonte de Santo Estêvão, com uma temperatura de 76 °C, é considerada o segundo poço mais profundo e quente de Budapeste. Rica em minerais, esta água contém cálcio, magnésio, sódio, bem como componentes sulfatos e fluoretos. Do ponto de vista médico, é especialmente recomendada para pessoas com doenças degenerativas das articulações, para o tratamento de inflamações articulares crónicas e para reabilitação após acidentes e cirurgias ortopédicas. O vapor da água também tem efeitos benéficos no sistema respiratório, enquanto a água medicinal disponível no pavilhão de degustação é eficaz no alívio de problemas gástricos e digestivos.

Turismo sustentável e inovação geotérmica

O spa não é apenas um consumidor da energia térmica fornecida pela natureza, mas também um gestor responsável: o "calor residual" das piscinas, que ainda possui uma quantidade significativa de energia térmica, é aproveitado através de um sistema inovador de aquecimento urbano. Este sistema de cascata geotérmica aquece as casas de animais exóticos e as estufas do Jardim Zoológico e Botânico Municipal adjacente, reduzindo significativamente as emissões de poluentes da cidade e a dependência de energia fóssil.

Responsabilidade social e preservação do património

O terceiro pilar da sustentabilidade, a integração social, também está presente no dia a dia dos banhos. O Széchenyi não é uma instalação de luxo isolada, mas uma parte integrante da vida de Budapeste, onde os tratamentos medicinais dos pensionistas locais coexistem pacificamente com o relaxamento de turistas de todo o mundo. As receitas do spa são continuamente investidas na conservação e restauração do edifício histórico, garantindo que este tesouro cultural seja preservado para as gerações futuras. Aos visitantes, é recomendado o uso de transporte público – especialmente o histórico metro M1 – que para diretamente na entrada do spa, em linha com a abordagem ecológica.

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  • Famílias com crianças mais velhas
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